Equipe de RH analisando dados de desempenho em reunião de treinamento
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Todo processo de desenvolvimento começa pela pergunta certa: “De onde vem, afinal, a diferença entre o resultado esperado e o obtido?” Cada vez que nos debruçamos sobre o Levantamento de Necessidades de Treinamento, ou LNT, não estamos apenas cumprindo uma etapa formal do RH. Estamos diante de um exercício de escuta, análise e intervenção que, quando feito do jeito certo, transforma dados em decisões e equipes em protagonistas do sucesso.

Entendendo o verdadeiro propósito do LNT

Muitos associam o LNT exclusivamente à elaboração de treinamentos, mas sua função vai muito além. O diagnóstico preciso transforma esse processo em uma ferramenta estratégica. Ao realizar um levantamento apressado ou meramente burocrático, corremos o risco de enxugar gelo: investimos recursos, tempo e criatividade em soluções que não atingem a origem do problema.

Identificar corretamente as necessidades do time não significa ofertar mais cursos, mas sim, ofertar os cursos certos, no momento certo e para o público correto.

Uma análise rasa pode custar caro. Entender, de verdade, a necessidade é o diferencial das empresas consultivas.

Quando falamos em gaps de desempenho, é fundamental diferenciar duas raízes: o que é competência (conhecimento e habilidade) e o que é condição (atitude e recursos). Se a pessoa não sabe fazer, ela precisa aprender. Se ela não quer fazer, precisa ser gerida. E se ela não consegue fazer, precisa de ferramentas ou processos melhores.

Por que os gaps de desempenho aparecem?

A chamada lacuna de desempenho nasce sempre que há distância entre o que se espera, e o que é feito. As causas podem ser inúmeras, mas quase todas se encaixam nesta tríade:

  • Falta de conhecimento ou habilidade prática;
  • Barreiras emocionais, comportamentais ou de atitude;
  • Falta de recursos, processual ou estrutural.

A complexidade está justamente em separar essas dimensões. Empresas que confundem esses fatores tendem a investir em soluções que não resolvem o verdadeiro problema.

A diferença entre competência e condição

Competência envolve saber e saber fazer. São as bases das ações técnicas, normativas e procedimentais.Condição, por sua vez, envolve querer fazer (engajamento, clima, alinhamento de valores) e poder fazer (meios reais à disposição do colaborador).

É impossível suprir motivação ou recursos só com treinamento: cada desafio exige uma resposta específica.

O ciclo do LNT: Do diagnóstico à ação estratégica

Na nossa experiência, um levantamento de necessidades realmente efetivo é construído em etapas bem definidas. Acompanhe como estruturamos esse processo:

  1. Observação e coleta de dados: O ponto de partida sempre será a coleta de informações sobre desempenho individual e coletivo. Isso envolve indicadores, dados de avaliação, feedbacks e resultados de clima organizacional.
  2. Análise das causas: Nessa etapa levantamos hipóteses sobre o motivo do gap: falta de conhecimento, habilidade, atitude ou recursos?
  3. Discussão com gestores e times: A proximidade com quem vivencia o dia a dia acelera a identificação de barreiras reais e descarta pontos irrelevantes.
  4. Definição do plano de ação: Só depois dessa análise é que decidimos se a solução passa por treinamento, reestruturação, melhoria de feedback, investimento em tecnologia, adequação de rotinas, entre outros caminhos.
  5. Acompanhamento dos resultados: A mensuração contínua permite ajustes e garante a efetividade da solução aplicada.
Equipe discutindo avaliação de desempenho em sala de reuniões

Boas práticas sugerem reavaliar periodicamente os planos e resultados, pois demandas e contextos mudam rapidamente.

Exemplo prático: Quando o gap está além da capacitação

Imagine um cenário real: uma pesquisa de clima indica insatisfação no setor de atendimento. O desempenho está abaixo do esperado. Os gestores propõem um curso de técnicas de atendimento. Antes de agir, aplicamos a metodologia detalhada acima, buscando entender a raiz do problema.

Durante as conversas e entrevistas, emergiu outra hipótese: o problema era a comunicação vertical. Colaboradores se sentiam inseguros para relatar dificuldades, pois havia excessiva cobrança e pouca abertura dos líderes.

Às vezes, o que aparenta ser falha técnica é, na verdade, um ruído relacional ou estrutural.

Ao ajustarmos o foco para ações de liderança, coaching e gestão de clima, o resultado foi surpreendente. O desempenho melhorou sem que fosse necessário criar um treinamento técnico adicional.

Esse olhar consultivo transforma o RH em parceiro estratégico, e não apenas setor operacional.

Como diagnosticar corretamente: Etapas detalhadas

O passo mais importante de cada LNT é a formulação da pergunta correta: o que realmente impede o resultado ideal? Apresentamos abaixo uma estrutura recomendada pela experiência empresarial e pelos principais estudos sobre o tema como o da Fatec Zona Leste:

  • Avalie os indicadores de desempenho: Observe registros históricos de produção, produtividade, satisfação, absenteísmo e rotatividade.
  • Colete feedbacks das lideranças e da equipe: As percepções de quem está na linha de frente revelam gargalos não identificados em relatórios.
  • Mapeie processos e recursos disponíveis: Liste ferramentas, fluxos, sistemas e recursos tecnológicos acessíveis à equipe.
  • Identifique padrões de comportamento: Observe aspectos emocionais como motivação, resiliência, comunicação e clima de colaboração.
  • Analise o histórico de capacitações anteriores: Quais resultados foram obtidos? Houve mudança no comportamento após os treinamentos realizados?
  • Utilize instrumentos objetivos: Pesquisas, auditorias, avaliações periódicas e monitoramentos, como indica o estudo realizado pela Fatec Zona Leste.

Depois de sistematizar essas etapas, conseguimos traçar um plano de ação que vai além do esperado: treinamento quando necessário, revisão de processos quando demandado, mudanças em rotinas, recondução de papéis ou realinhamento da liderança.

Treinamento não resolve tudo: Quando agir diferente?

É tentador imaginar que basta preencher um formulário, levantar um curso e acreditar que lacunas desaparecem com a aplicação de conteúdo. Mas, na rotina das empresas, percebemos que nem todo problema pede treinamento. Às vezes, a solução está no campo da liderança, da clareza de processos e do fortalecimento dos vínculos de confiança.

Podemos discriminar quando é ou não o caso de capacitar:

  • Treinamento resolve: Quando o colaborador não sabe o que fazer, não conhece o processo, não domina a técnica ou carece de atualização.
  • Gestão resolve: Quando o colaborador sabe o que fazer, mas não faz. Isso pode indicar falta de engajamento, líderes pouco presentes, ausência de feedback ou clima desfavorável.
  • Processo e recurso resolvem: Quando todos sabem e querem fazer, mas não conseguem executar porque falta ferramenta, sistemas ágeis, rotinas claras ou recursos físicos.
Não caia na armadilha de treinar para problemas que não são de aprendizagem.

Plataformas como o Maestrus nos permitem acompanhar a jornada do colaborador, entender seus pontos de desenvolvimento e até sugerir cursos personalizados baseados na análise de dados. Mas a decisão sobre o que ofertar nunca deve ser automática. O poder está na análise estratégica, feita por quem entende pessoas e negócios.

Coletores de dados: Quais as melhores fontes?

Fonte confiável é aquela que reflete a realidade. No LNT, podemos utilizar métodos quantitativos e qualitativos:

  • Avaliações de desempenho e produtividade: São ricas em números, mostram evolução ao longo do tempo e servem para checar se o problem está localizado ou generalizado.
  • Pesquisas de clima organizacional: Avaliam o ambiente, os relacionamentos e a motivação das equipes.
  • Feedbacks estruturados: Aplicados em one-on-ones, reuniões de feedback formal ou grupos focais.
  • Auditorias e monitorias: Como aponta o levantamento apresentado pela Fatec Zona Leste, metade das empresas utiliza monitorias e auditorias para identificar necessidades de desenvolvimento.
Gestor usando quadro branco para dar feedback à equipe

Misture olhares distintos: números e percepções, dados e experiências tornam o diagnóstico mais robusto.

O risco de identificar mal o gap: Lições aprendidas

Na prática diária, já acompanhamos relatos de equipes onde todos tinham boa formação técnica, mas continuavam apresentando resultados inconsistentes. O erro? O LNT anterior focou apenas em conhecimento, ignorando que a fonte do problema estava no clima, nas relações e na transparência da comunicação. O efeito imediato foi sobrecargar colaboradores com treinamentos desnecessários, sem nenhum avanço prático.

Diagnóstico equivocado = investimento desperdiçado

Todo investimento começa com uma análise sincera. Descobrir a origem é sempre o caminho mais curto para o resultado.

Como alinhar o LNT à estratégia do negócio?

Para evoluirmos do tradicional ao consultivo, precisamos compreender como cada ponto do plano de desenvolvimento dos colaboradores se conecta aos objetivos macro do negócio. Empresas maduras criam indicadores de sucesso claros e fazem o LNT conversando com todos os envolvidos, sem preconceitos ou atalhos.

Referências como o Plano de Desenvolvimento de Pessoas da UNIFAL-MG reforçam a necessidade de um levantamento estruturado, onde o LNT fundamenta a seleção de temas, métodos e critérios de avaliação dos treinamentos.

Giro de perguntas poderosas para alinhar com objetivos estratégicos

  • Quais são as metas estratégicas da empresa para o próximo ciclo?
  • O que impede o time de atingi-las hoje?
  • Qual a conexão entre cada competência a ser desenvolvida e o resultado desejado?
  • Como vou mensurar o impacto de cada passo dado?

Quando alinhamos desenvolvimento ao negócio, cada treinamento deixa de ser pontual e vira parte de uma cultura de resultados.

Ferramentas e recursos para um LNT consultivo

Atualmente, a tecnologia simplifica muito o processo de LNT, tornando-o mais objetivo e confiável. Plataformas especializadas como Maestrus viabilizam a padronização dos fluxos, o registro seguro das necessidades e o acompanhamento dos indicadores de resultado, inclusive com emissão automática de relatórios para auditorias e compliance.

Mas o foco deve estar menos na ferramenta e mais no uso estratégico do que ela oferece: integração com avaliações, controle de trilhas formativas, análise em tempo real e gestão auditável.

Ferramenta boa é aquela que transforma informação em ação e permite o ciclo completo: entender, agir, medir e corrigir.

Dashboard de relatório de treinamento com gráficos e tabelas coloridas na tela de notebook

LNT como pilar de uma cultura de desenvolvimento

Quando institucionalizamos o processo consultivo e contínuo de levantamento de necessidades, o RH deixa de ser visto como área reativa, passando a ocupar papel central na construção da performance. Isso cria um ciclo virtuoso: escuta qualificada, ação decisiva, engajamento crescente e melhoria constante.

O LNT se torna, assim, um instrumento de mudança de cultura e não apenas de seleção de cursos.

Empresas que sabatinam suas dores descobrem rapidamente onde devem investir para crescer.

Principais erros no LNT e como evitá-los

A experiência do dia a dia nos mostra que alguns erros se repetem, mesmo em empresas com estrutura avançada. Conheça os mais comuns e estratégias para evitá-los:

  • Diagnóstico superficial: Basear o levantamento apenas em opinião ou percepção isolada de um gestor.
  • Confundir treino com motivação: Ofertar treinamentos para problemas ligados à gestão, cultura ou clima.
  • Falta de análise de causa: Atuar sem investigar se o problema é competência, condição ou recurso.
  • Não revisar os impactos: Deixar de acompanhar os resultados pós-ação e ajustar os rumos quando necessário.
  • Repetição automática de soluções: Aplicar treinamentos “padrão” todo ano, sem conexão com novos desafios do negócio.
  • Dificuldade de direcionar recursos: Aplicar investimentos aleatoriamente, sem ciência dos setores ou competências mais críticos.
Equipes divididas por barreiras representando gaps de desempenho no escritório

Cada um desses pontos pode ser evitado com um processo de LNT robusto, estruturado e, acima de tudo, dialogado com as pessoas envolvidas.

Cases, referências e tendências em LNT

Estudos como o da empresa de Pato Branco - PR mostram que a estruturação de métodos e a participação dos colaboradores aumentam muito o sucesso das ações de desenvolvimento. Adotando práticas similares às já citadas, obtiveram não apenas melhora dos indicadores operacionais, mas também satisfação dos times e maior alinhamento da cultura.

A referência da Universidade Federal de Alfenas, com o seu PDP, ajuda a consolidar um modelo sustentável: planejamento anual, levantamento contínuo de necessidades e adequação dos métodos de capacitação conforme o perfil da equipe.

Empresas que inovam no LNT criam ambientes mais abertos ao erro, à aprendizagem, à inovação e ao autodesenvolvimento.

Para quem deseja aprofundar nos desafios nacionais em desempenho educacional e cultura organizacional, indicamos análise de contexto disponível em cenário da educação brasileira.

Como criar um processo iterativo e flexível?

O universo de negócios não para e, por isso, precisamos de processos de LNT adaptáveis. Recomendamos:

  • Revisão semestral dos planos, cruzando resultados com indicadores atualizados.
  • Espaços contínuos de escuta, como reuniões periódicas com equipes multidisciplinares.
  • Comunicação aberta de resultados, estimulando feedbacks e sugestões dos próprios colaboradores.
  • Teste de soluções em pequena escala antes da implantação global.

Nem sempre a primeira solução será suficiente. O ciclo deve ser contínuo, com aprendizado e adaptação em cada etapa.

Indicadores para mensurar o sucesso dos planos de desenvolvimento

Monitorar o avanço dos planos de desenvolvimento vai além de medir participação em cursos. Indicadores obrigatórios incluem:

  • Evolução dos resultados dos colaboradores (antes e depois da ação);
  • Redução da reincidência dos mesmos gaps de desempenho;
  • Melhoria nos índices de clima, engajamento e satisfação;
  • Redução de erros, retrabalho e desperdício;
  • Cumprimento das metas estratégicas e aderência aos requisitos de compliance.

“O que não é medido, não pode ser melhorado.”

Para apoiar o acompanhamento, plataformas completas de gestão da aprendizagem como a Maestrus aceleram a obtenção e consolidação desses indicadores, entregando relatórios dinâmicos que tornam o processo decisório mais seguro.

Se você deseja um checklist para desenvolver seu processo, sugerimos pesquisar recursos disponíveis na categoria de treinamento e desenvolvimento do nosso blog e no conteúdo sobre como escalar vendas em plataformas digitais.

Transformar o RH: De operacional para consultivo e estratégico

Conforme reforçamos ao longo deste artigo, o maior ganho do LNT bem implementado é o fortalecimento da função do RH. Antes visto como executor de ordens, o time passa a ser reconhecido pela capacidade analítica, visão sistêmica e influência positiva nos resultados do negócio.

A chave é não pular a etapa de investigar, escutar, questionar. Só assim, a solução será assertiva e realmente transformadora.

A metodologia consultiva também incentiva outras áreas a buscar o RH como parceiro no diagnóstico dos desafios do negócio, promovendo ainda mais integração e resultados consistentes.

O papel das plataformas digitais no monitoramento e padronização

Na nova era do desenvolvimento corporativo, plataformas digitais são aliadas valiosas no LNT. Sistemas como o Maestrus ampliam a capacidade de gestão, transparência e mensuração, reunindo trilhas formativas, gestão de equipes, emissão automatizada de certificados e integração com e-commerce.

Além disso, o uso dessas ferramentas gera dados confiáveis para orientar decisões de investimento, identificar rapidamente novas demandas e manter compliance em auditorias. Para quem precisa de orientações detalhadas sobre como escolher a melhor solução, indicamos o artigo sobre recursos essenciais para plataformas online.

Transformar cultura passa por adotar processos inteligentes e usar tecnologia a favor das pessoas.

Conclusão: Caminhos para agir agora

Ao longo de toda nossa experiência, percebemos que o sucesso no LNT acontece quando a empresa busca genuinamente descobrir o que impede seus times de ir além e tem coragem para repensar trilhas, rotinas e abordagens à luz dos dados. As maiores organizações compreendem que esse trabalho não é pontual, mas um ciclo contínuo de diagnóstico, ação, checagem e novo diagnóstico.

Para empresas que querem aprimorar seu processo de desenvolvimento e elevar a performance dos colaboradores, sugerimos: estruture seu processo de identificação de necessidades, una pesquisas e dados, envolva os times, utilize a tecnologia como aliada e jamais permita respostas fáceis para perguntas complexas.

Nós, na Maestrus, acreditamos no protagonismo das empresas e equipes na busca contínua pela evolução. Para quem deseja padronizar resultados, adotar indicadores confiáveis e registrar mudanças com segurança, conte conosco para apoiar essa jornada. Teste nossos recursos durante 7 dias e veja na prática o poder de um LNT feito para transformar resultados.

Perguntas frequentes sobre LNT na prática

O que é LNT na prática?

O LNT, ou Levantamento de Necessidades de Treinamento, na prática significa mapear as lacunas entre o que se espera que um colaborador faça e o que ele realmente faz. É o processo sistemático de identificar o que deve ser desenvolvido nos times para que as metas do negócio sejam atingidas com qualidade e consistência. Isso envolve análises de desempenho, escuta ativa dos colaboradores, investigação das causas dos problemas e definição de planos de ação que realmente resolvam a origem de cada gap.

Como identificar gaps de desempenho com LNT?

Para identificar gaps de desempenho utilizando o LNT, é preciso cruzar diferentes fontes de informação: dados de performance, feedbacks, pesquisas de clima e avaliações técnicas. A etapa mais importante é distinguir se a diferença entre o esperado e o realizado decorre de falta de conhecimento, questões de engajamento ou limitações em processos e ferramentas. Só então é possível propor ações que realmente tenham impacto.

Quais etapas para aplicar LNT corretamente?

As etapas básicas para aplicação bem-sucedida do LNT incluem: coleta detalhada de dados, análise crítica das causas dos gaps, envolvimento dos gestores e times na discussão das soluções possíveis, definição de planos de ação ajustados à realidade local e acompanhamento contínuo dos resultados. Esse ciclo deve ser dinâmico, com revisões periódicas para ajustar estratégias conforme as mudanças do negócio.

Quando usar LNT em uma empresa?

O LNT deve ser utilizado sempre que há indícios de queda de desempenho, mudanças estratégicas, adoção de novos processos ou tecnologias, ou quando surgem desafios de engajamento e clima. Idealmente, o levantamento ocorre de forma contínua, como prática regular, integrando o planejamento anual e revisões periódicas da empresa.

Quais os principais benefícios da LNT?

Os principais benefícios envolvem tomadas de decisão mais assertivas sobre investimentos em capacitação, aumento do engajamento, melhor alinhamento entre colaboradores e objetivos do negócio, e redução de retrabalhos e custos com ações que não entregam resultados. Empresas que adotam o LNT consultivo promovem um ambiente mais aberto à inovação, aprendizagem e crescimento sustentável.

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Sobre o Autor

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O Maestrus é uma plataforma completa de treinamento corporativo. Ele permite criar, organizar e aplicar trilhas de capacitação com provas, avaliações, certificados e relatórios detalhados.

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